O Heavy Metal visto por um Antropólogo
Imagine a mistura: um antropólogo canadense, fãn de Heavy Metal com uma câmera de vídeo na mão. O que poderia resultar? O documentário "Metal: A Headbanger's Journey”. Produzido e filmado pelo canadense Sam Dunn de 30 anos, antropólogo e figurinha carimbada no meio roqueiro que, depois de ter sua atenção totalmente voltada para os refugiados da Guatemala, passou 5 anos e meio pesquisando sobre o mais violento estilo musical da atualidade.
Como narrador e personagem principal do documentário, Dunn afirmou em entrevista recente, que o filme o obrigou “a ver o Heavy Metal de uma outra forma, sob um novo ponto de vista, diferente do do que percebe um fân do Slayer”.
O filme fala sobre o Heavy Metal desde suas origens nos anos 70 com Black Sabbath e visita outras ramificações do estilo, entrevistando ídolos como Bruce Dickinson, Tom Araya e músicos underground. Segundo o prórpio Dunn, o Heavy Metal, é mal compreendido pela cultura de massa e classifica o estilo como uma catarse, uma forma emocional de música.
Ao contrário do que faz a grande imprensa, o filme não trata o fãn do estilo como um ser ignorante, na verdade o que filme mostra é uma opinião muito pessoal do produtor que, além de bem estruturado, peca pelo excesso de rótulos nos mais diferentes subgêneros do estilo e por alguns pontos não muito interessantes como a quantidade de mulheres que Lemmy (Motorhead) levou para a cama. Mas por outro lado toca em assuntos relevantes, como os flertes com a sexualidade dos músicos nos anos 80 com o Glan Rock e a mistura sempre polêmica do rock e religião.
Apesar de algumas faltas como falar de bandas como Metallica e Kiss, San Dunn conseguiu abordas aspectos importatnes do estilo num universo extenso e sempre polêmico. Fãn de carteirinha do Sepultura, o antropólogo canadense já produziu um segundo documentário sobre o estilo, mostrando a cena metaleira em lugares inusitados como o Brasil, porque antes do Sepultura, ninguém achava que aqui, em terras tupiniquins existiria um cenário headbanger tão forte como nos EUA ou Europa. Esse novo filme se chama “Global Metal – The Metal Jorney Continues”. Anda não tive a oportunidade de assistir esse segundo documentário, mas pelo o que andei lendo por ai, dizem que é melhor que o primeiro.
Aqui em baixo, você confere os posters promocionais de cada um dos filmes.
Como narrador e personagem principal do documentário, Dunn afirmou em entrevista recente, que o filme o obrigou “a ver o Heavy Metal de uma outra forma, sob um novo ponto de vista, diferente do do que percebe um fân do Slayer”.
O filme fala sobre o Heavy Metal desde suas origens nos anos 70 com Black Sabbath e visita outras ramificações do estilo, entrevistando ídolos como Bruce Dickinson, Tom Araya e músicos underground. Segundo o prórpio Dunn, o Heavy Metal, é mal compreendido pela cultura de massa e classifica o estilo como uma catarse, uma forma emocional de música. Ao contrário do que faz a grande imprensa, o filme não trata o fãn do estilo como um ser ignorante, na verdade o que filme mostra é uma opinião muito pessoal do produtor que, além de bem estruturado, peca pelo excesso de rótulos nos mais diferentes subgêneros do estilo e por alguns pontos não muito interessantes como a quantidade de mulheres que Lemmy (Motorhead) levou para a cama. Mas por outro lado toca em assuntos relevantes, como os flertes com a sexualidade dos músicos nos anos 80 com o Glan Rock e a mistura sempre polêmica do rock e religião.
Apesar de algumas faltas como falar de bandas como Metallica e Kiss, San Dunn conseguiu abordas aspectos importatnes do estilo num universo extenso e sempre polêmico. Fãn de carteirinha do Sepultura, o antropólogo canadense já produziu um segundo documentário sobre o estilo, mostrando a cena metaleira em lugares inusitados como o Brasil, porque antes do Sepultura, ninguém achava que aqui, em terras tupiniquins existiria um cenário headbanger tão forte como nos EUA ou Europa. Esse novo filme se chama “Global Metal – The Metal Jorney Continues”. Anda não tive a oportunidade de assistir esse segundo documentário, mas pelo o que andei lendo por ai, dizem que é melhor que o primeiro.
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